quinta-feira, setembro 10, 2009

Estatute for Racial Equality is finally aproved in Brazil, after 10 years.

(...) By the rules of the the Estatute, the political parties are now obliged to save 10% of their places to black people in the elections. Also, it's demanding specialization of the Public Health System for treatment of desiases that are usual in the black race. In Eduction, the inclusion of lessons about African General History and History of Black People in Brasil, it's from now obligatory in the fundamental education (10-14 years old kids). Another news is that the government would be abble to decrease taxes of companies with more than 20 workers if they have at least 20% of black workers.
"This Estatute is not the end. It's a starting point."


"(...) Pelas regras do Estatuto, os partidos políticos passam a ser obrigados a destinar aos negros 10% de suas vagas para candidaturas nas eleições. Também passa a exigir do sistema público de Saúde que se especialize em doenças mais características da raça negra, como a anemia falciforme. Na Educação, passa a ser obrigatória a inclusão no currículo do ensino fundamental aulas sobre história geral da África e do negro no Brasil. Outra novidade é o incentivo fiscal que o governo poderá dar para empresas com mais de 20 funcionários e que decidirem contratar pelo menos 20% de negros. "Esse estatuto é como um bico de arado. Ele não é um ponto de chegada. É um ponto de partida", afirma o relator, que é branco."

from: BBC BRASIL

quarta-feira, novembro 12, 2008

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A industria cultural, os meios de comunicacão de massa e a cultura de massa surgem como fenômenos trazido pela industrializacão, após Revolucão Industrial.
Esse tipo particular de indústria (a cultural) e de cultura (de massa) tem nas características de sua forma de producão os mesmos príncipios da producão econômica geral (aumento de uso de máquinas forcando o aumento do ritmo de trabalho do homem, exploracão do trabalhador, divisão do trabalho). Fatores que são marcantes na sociedade e são base da oposicão de classes, de onde comecou a surgir a cultura de massa. Há dois fatores que se destacam: a reitificacão (ou a transformacão em coisa, a coisificacão) e a alienacão. Tudo então passa a ser julgado como coisa - inclusive o homem. O mesmo se torna alienado à partir do momento que as forcas que ele gasta para produzir são inferiores a o que ele recebe por seu trabalho.
O que é mais grave é a alienacão à sua própria vida: não pode tem seus projetos, não tem tempo livre e conhecimento teórico que lhe permitam fazer a crítica de si mesmo e da sociedade.
E nessa realidade industrializada, a cultura produzida em série deixa de ser vista como um instrumento de crítica e conhecimento, e passa a ser feita para atender as necessidades e gostos médios de um público que a consome como consome qualquer outra coisa, tornando-a um produto perecível e descartável, de valor exclusivo referente ao seu poder de troca (dinheiro) para quem a produz (nem sempre quem a cria).
Para dois pesos, duas medidas. Por isso é necessário exclarecer que as expressões "meio de comunicacão em massa" e "cultura de massa" não são sinônimas. Ainda que quando que mencionadas, uma siga a outra automaticamente.
A cultura de massa depende dos meios de comunicacão em massa para se tornar possível. Mas o contrário não é verídico. A mesma não passou a existir de imediato com a criacão dos tipos móveis de imprensa (feitos por Gutemberg no séc. XV). Mesmo com a possibilidade criada pelos novos meios, de reproducão ilimitada dos textos da época, o consumo ainda era limitado à uma elite letrada.
Alguns estudiosos nos apontam o surgimento da cultura de massa junto ao dos primeiros jornais. Outros, porém, exigem também, para que haja a caracterizacão desse tipo de cultura, o surgimento dos romances de folhetim - divididos em episódios, para amplo público, uma arte fácil que servia de esquema simplificador, para tracar o modelo de vida da época (qualquer semelhanca com as telenovelas de hoje não é mera coinscidência).
Junto aos outros elementos que caracterizaram essa cultura durante a segunda metade do século XIX na Europa, o teatro revista (forma massificada e simplificada do teatro) a opereta (idem em relacão à opera) e o cartaz (massificacão da pintura), todos possuem um dos mais importantes elementos para caracterizacão dessa: o fato de não serem feito por aqueles que a consomiam.

quinta-feira, novembro 06, 2008


O que a cachaça e o samba têm em comum? Além de serem duas coisas genuinamente brasileiras, ouvir um bom samba ou beber uma boa cachaça pode ser igualmente inspirador.
Quem sacou isso foi a dupla Alfredo del-Penho e Pedro Paulo Malta, que em conjunto com a Cachaçaria Mangue Seco desenvolveram um espetáculo homônimo ao disco Cachaça dá Samba! O repertório do show e do disco são frutos da pesquisa de Alfredo del-Penho, Henrique Cazes, Luís Filipe de Lima, Cristina Buarque e Paulo César Andrade.
As músicas são cantadas quase todas em dupla, com exceção de duas músicas de Noel Rosa, que, aliás, é o compositor mais prestigiado do disco com quatro músicas de sua autoria ("Por esta vez passa", "Maria Fumaça", "Prá Esquecer" e "É Bom Parar", esta em parceria com Rubens Soares). Alfredo dá o tom sozinho na "Pra Esquecer" e Malta fica com a música "Maria Fumaça".
O disco ainda conta com clássicos como a famosa marcha "Cachaça" (aquela que diz: Se você pensa que cachaça é água / Cachaça não é água não...) e a "Moda da Pinga", música que ficou consagrada na voz de Inezita Barroso.

Faixas: 1. Ai, cachaça! (Manezinho Araújo, Fernando Lobo);
Bebida, mulher e orgia (Aniz Murad, Luiz Pimentel, Manoel Rabaça)
2. Quem não sabe beber (Elino Julião, Severino Ramos)
3. A verdade é pura (Moacyr Luz)
4. O pingo e a pinga (Antônio Almeida, Pedro Caetano)
5. Malvada Pinga (Moda da Pinga) (Laureano)
6. Delírio alcoólico (E. Briu)
7. Por esta vez passa (Noel Rosa)
8. Maria Fumaça (Noel Rosa)
9. Prá Esquecer (Noel Rosa)
10. É Bom Parar (Noel Rosa, Rubens Soares);
Quem mandou você beber (Bide);
Não deixarei de beber (Sebastião Gomes, Jorge Gonçalves,Irineu Silva)
11. Moenda Velha (Zeca Pagodinho, Wilson Moreira)
12. Baranga das Dez, broto das Duas (Jota Canalha)
13. O que me dão pra beber (Candeia);
Beberrão (Aniceto do Império, Molequinho)
14. Deixa-me beber (J. G. de Carvalho);
Cachaça (Héber Lobato, Lúcio Girão, Marinósio Filho, Mirabeau Pinheiro).

Texto copiadíssimo do blog Vermute com Amendoim.

Download do album: http://www.4shared.com/file/64071571/57cb702e/Alfredo_Del-Penho_e_Pedro_Paulo_Malta_Cachaca_Da_Samba.html

quarta-feira, outubro 29, 2008

Guru Jazz @ Babel, Malmö, Suécia Filmed in a n95 video


Jayapataka Swami está internado em uma UTI na Índia, devido à uma hemorragia cerebral na noite de 23 de outubro. Seu estado tem evoluido surpreendentemente, mas ainda é bastante delicado. Devotos estão orando por sua melhora, e há kirtans 24horas por dia por diversas partes do mundo. Um mantra foi passado para que os devotos o cantem 108 vezes, ao menos 2 vezes ao dia, durante o nascer e ao pôr do sol.

anantam vasukim sesam
padmanabham ca kambalamsan
khapalam dhritarestram
taksakam kaliyam tatha

o mesmo está disponível no blog em mp3.

quinta-feira, outubro 23, 2008

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Numa cidade onde os clubes são, por lei, obrigados a fechar as 02 am, nem todo mundo vai para casa dormir...
Há algumas opcões de "black clubs", como são chamados aqui em Malmö ( e acredito que no resto do país também) as festas organizadas em espacos improvisados, que geralmente funcionam em fábricas abandonadas e/ou locais afastados do centro.
É o paraíso minha gente! Lá você encontra a cerveja mais barata da cidade, você pode fumar (o que você quiser!) dentro do clube, e o mais importante de tudo, você pode relaxar e se entregar a música, sem medo de ser feliz: Em geral, as pessoas que frequentam o clube estão lá pela música, e formam a nata do underground eletrônico em Malmö.
Sem a paranóia de largar a bolsa fora da vista ou de ter o celular roubado, no Industriegatan, sede do club diz is eletro, pelo menos uma vez por mês pode-se conferir o set de djs vindos de toda parte da europa.

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A casa conta com 3 ambientes: uma pista principal, um lounge que a cada dia tem uma surpresa diferente (de karaokê à play station) e um chill out, que muitas vezes apresenta dj em live pa, com ambient, dub ou qualquer coisa para baixar um pouco o seu bpm.
Industriegatan funciona de quinta a domingo, das 12 às 8 am. A entrada custa em média 100SEK, (em torno de 35 reais), não preco mais baixo da cidade, mas é de longe o melhor custo benefício!

quarta-feira, setembro 17, 2008

O show do Mundo Livre S.A abriu as atracões culturais do Forum Social Europeu, no Folkets Park, com entrada gratuita. O repeteco foi feito no dia seguinte no Jesusparken e contou com participacão especial de artístas locais.

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terça-feira, setembro 16, 2008


Que rufem os tambores!
Comecou a selecão de um entre dez filmes brasileiros, para concorrer ao Oscar na categoria de prêmio de melhor filme em lingua estrangeira...

Eu, infelizmente esse ano, não posso dar meus palpites. Ainda não consegui ver a maior parte deles...
Mas apostem as suas fixas... Vale ate fazer bolão!
Aí vão os concorrentes...
O ministério revelará o filme escolhido no dia 16 de setembro. A comissão julgadora do Oscar avaliará os filmes selecionados por 90 países.
Confira a lista de filmes inscritos:

-- A Casa de Alice, de Chico Teixera
-- A Via Láctea, de Lina Chamie
-- Chega de Saudade, de Laís Bodanski
-- Era Uma Vez, de Breno Silveira
-- Estômago, de Marcos Jorge
-- Meu nome não é Johnny, de Mauro Lima
-- Mutum, de Sandra Kogut
-- Nossa vida não cabe num Opala, de Reinaldo Pinheiro
-- Olho de Boi, de Hermano Penna
-- Onde andará Dulce Veiga?, de Guilherme de Almeida Prado
-- O Passado, de Hector Babenco
-- Os Desafinados, de Walter Lima Júnior
-- O Signo da Cidade, de Carlos Alberto Riccelli
-- Última Parada 174, de Bruno Barreto